
E nada mais me era relevante,
Quiçá o amor que eu sentia,
Tudo me era deslumbrante,
Mas não passava de pura poesia.
Jurava viver aquele amor,
Torneando naquelas lembranças,
Que de tão duras, me magoou,
Mas mostrou o caminho da esperança.
Ah! Mas como queria...
Roubar a cena,...o teu amor!
E buscar no infinito,
A dor que o passado me deixou.
Pudera eu....
Fazer com que aquele meu olhar que vagava.
Renascesse ao lado do teu.
Ainda assim, pudera eu...
Sobrepujar diante teus desejos e sonhos,
E mudar para real um sonho que [ainda] era meu.
E deixaria assim fluir...
Exalando enorme alegria,
Que de certo [sim] eu o amaria.
Por Jú Melo